Lasciame stare. Pois é aqui que eu quero ficar.
Dos meus sentimentos, o motor suga a energia que faz a roda girar. O fluxo gélido de água constante que movimenta o moinho, abre os ciclos e fecha a ciranda. É aqui que eu quero ficar. Me deixe cochilar nesse balanço, molhar meus pés na água fria. Quero estar no constante, dentro do instante, vendo o entediante passar longe de mim. Entre a diante. Me deixe ficar no movimento, na adrenalina do escuro, na loucura do desconhecido. Deixe a roda girar, deixe o vento bater, me deixe ser. Só por esse instante.
É uma questão de estações. Uma vem carregar as ondas que a outra deixou. Girando o turbilhão, ao sabor dos sabores, boiando no acaso. E é aqui que eu quero ficar.
Dos meus sentimentos, o motor suga a energia que faz a roda girar. O fluxo gélido de água constante que movimenta o moinho, abre os ciclos e fecha a ciranda. É aqui que eu quero ficar. Me deixe cochilar nesse balanço, molhar meus pés na água fria. Quero estar no constante, dentro do instante, vendo o entediante passar longe de mim. Entre a diante. Me deixe ficar no movimento, na adrenalina do escuro, na loucura do desconhecido. Deixe a roda girar, deixe o vento bater, me deixe ser. Só por esse instante.
É uma questão de estações. Uma vem carregar as ondas que a outra deixou. Girando o turbilhão, ao sabor dos sabores, boiando no acaso. E é aqui que eu quero ficar.