poesia alagada

"eu sou aquele navio no mar, sem rumo e sem dono. tenho a miragem do porto pra reconfortar meu sono. e flutuar sobre as águas da maré do abandono"

22.7.10

faço
do compasso
um esforço

traço
no osso
um esboço

ouço
no fundo do fosso
um moço

no fundo
do poço,
a bossa


Postado por tary às 15:53

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