poesia alagada

"eu sou aquele navio no mar, sem rumo e sem dono. tenho a miragem do porto pra reconfortar meu sono. e flutuar sobre as águas da maré do abandono"

9.7.07

Poemeto daquela época

Num instante
os sentidos se multiplicaram
e de um extremo ao outro
a água se inundou de flores
Postado por tary às 16:11

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